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Nas eleições de 2026, os eleitores brasileiros terão uma dinâmica diferente no momento de votar para o Senado Federal: serão dois votos, para dois nomes distintos. A regra ocorre a cada oito anos devido ao sistema de renovação alternada da Casa, que nesta disputa renovará dois terços das suas 81 cadeiras — somando 54 senadores eleitos em todo o país.
Na urna eletrônica, a tela para a escolha do cargo de senador aparecerá duas vezes consecutivas. O eleitor deve digitar o número do primeiro candidato, conferir a foto, confirmar e, em seguida, repetir o procedimento para o segundo nome de sua preferência.
Atenção às regras principais:
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Votos em candidatos diferentes: Não é possível repetir o número do mesmo candidato para tentar "reforçar" a votação. Caso o eleitor digite o mesmo número duas vezes, apenas a primeira escolha será contabilizada e o segundo voto será anulado.
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Candidaturas regionais: O eleitor só pode votar em candidatos registrados na unidade da Federação onde possui título eleitoral.
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Renovação parcial: Como o mandato dos senadores é de oito anos, a renovação da Casa é alternada. Em uma eleição escolhe-se um senador por estado; quatro anos depois, escolhem-se dois. Os 27 parlamentares eleitos em 2022 permanecem no cargo.
Orientação e planejamento
Especialistas e consultores alertam que muitos eleitores chegam às urnas sem conhecimento de que têm direito a duas escolhas para o Senado, o que pode aumentar o índice de votos brancos e nulos. Com a divisão da atenção entre as disputas para presidente, governador, deputado federal e deputado estadual, a Justiça Eleitoral recomenda levar a tradicional "colinha" de papel com os números já anotados para evitar erros na hora de votar.
Via: Rádio Senado / Marcella Cunha
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