Caso de paranaense resgatada de cárcere privado no RJ reforça importância de denúncias e códigos de socorro

Caso de paranaense resgatada de cárcere privado no RJ reforça importância de denúncias e códigos de socorro

Imagem: PCPR

Um caso ocorrido no início deste mês de fevereiro trouxe à tona um alerta vital para a sociedade. Uma ação conjunta entre a Polícia Civil do Paraná (PCPR) e a do Rio de Janeiro resultou na libertação de uma mulher paranaense, de 27 anos, que era mantida em cárcere privado no bairro de Copacabana.

A vítima, que conheceu o agressor em dezembro passado, foi mantida em cativeiro por três dias, sofrendo agressões e violência sexual. O desfecho positivo só foi possível porque a mulher conseguiu enviar uma mensagem cifrada para familiares em Curitiba em um momento de descuido do criminoso.

O Papel do Grupo TIGRE

O grupo de elite TIGRE, da PCPR, recebeu as informações da família e agiu rapidamente, identificando o local exato do cativeiro e coordenando o resgate com a polícia fluminense. O agressor, de 30 anos, foi preso em flagrante e ainda tentou subornar os agentes no momento da prisão.

Sinais de Alerta: Controle não é Cuidado

A delegada Emanuelle Siqueira, da Delegacia da Mulher, ressalta que comportamentos controladores são sinais claros de perigo. "O que começa com perguntas insistentes sobre com quem a vítima conversa pode evoluir para a restrição total da liberdade", alerta.

Fique atento a estes sinais de controle abusivo:

  • Exigência de fotos para comprovar onde a pessoa está;

  • Controle de mensagens, ligações e redes sociais;

  • Tentativas de isolar a vítima de amigos e familiares;

  • Impedimento de saída ou de término do relacionamento.

Dicas de Segurança e Canais de Denúncia

A orientação das autoridades é manter a calma e tentar estabelecer contato externo. Uma estratégia eficaz é combinar com pessoas de confiança uma palavra-chave ou código para situações de perigo. Em casos de violência doméstica, gritar por socorro ou fazer movimentos que chamem a atenção dos vizinhos pode ser decisivo.

Onde denunciar:

  • 190 (Polícia Militar): Para situações de emergência e flagrante.

  • 181 (Disque-Denúncia): Para denúncias anônimas.

  • 197 (Polícia Civil): Para registro e investigação.

  • 180 (Central de Atendimento à Mulher): Orientações e apoio especializado.

Via: Governo do Paraná/AEN

RRMAIS.COM.BR “Notícias com Credibilidade” – Guaraniaçu-Pr.

Envie fotos vídeos, sugestão de pautas, denúncias e reclamações para a equipe Portal RRMAIS.COM.BR pelo WhatsApp (45) 9 9132-8230.