Mundo: Nova Estratégia de Defesa dos EUA foca no domínio do Hemisfério Ocidental e envia alerta a vizinhos

Mundo: Nova Estratégia de Defesa dos EUA foca no domínio do Hemisfério Ocidental e envia alerta a vizinhos

Imagem: Jonathan Ernst

 

O governo dos Estados Unidos, sob a gestão de Donald Trump, divulgou nesta segunda-feira (26) sua nova Estratégia Nacional de Defesa. O documento, assinado pelo secretário Pete Hegseth, estabelece diretrizes claras e agressivas para assegurar a dominância militar e comercial norte-americana "do Ártico à América do Sul", buscando barrar a influência de potências rivais como China e Rússia na região.

"Este é o nosso hemisfério"

A nova política, batizada por analistas como o "Corolário Trump à Doutrina Monroe", endurece o tom contra países vizinhos que não colaborarem com os interesses de segurança de Washington.

  • Ação Militar: O governo deixou aberta a possibilidade de ações militares unilaterais contra o narcoterrorismo e contra governos que obstruírem os objetivos dos EUA no continente.

  • Exemplo Caracas: O documento cita explicitamente a operação que resultou na queda de Nicolás Maduro como exemplo do que as forças americanas podem empregar no futuro.

  • Fronteiras e Migração: Há uma forte pressão sobre México e Canadá para que ajudem ativamente no fechamento das fronteiras contra a imigração ilegal e o tráfico de drogas.

Relação com China e Rússia

Diferente da postura no Hemisfério Ocidental, a estratégia para os rivais globais foca na contenção e na "paz por meio da força":

  • China: Tratada como a principal rival, os EUA buscam deter Pequim sem confronto direto, aumentando a presença militar no Pacífico Ocidental (entre Japão, Filipinas e Taiwan) e focando em comércio justo.

  • Aliados: O governo Trump reforçou que espera que aliados (OTAN, Coreia do Sul e Japão) assumam uma parcela maior do "fardo da segurança compartilhada" contra Rússia e Coreia do Norte.

Áreas Estratégicas

O Departamento de Guerra norte-americano destacou que o acesso militar e comercial ao Canal do Panamá, ao Golfo das Américas e à Groenlândia é prioridade absoluta de segurança nacional. O plano inclui a modernização das forças nucleares e a retomada vigorosa da indústria militar interna.

Via: g1

 

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