Imagem: Simon Stacpoole/Offside/Offside/Getty Images
Antes do apito inicial do Mundial, poucos ousariam prever quedas tão prematuras de duas das maiores potências do futebol europeu: Alemanha e Holanda. O destino, porém, guardava um roteiro ironicamente idêntico para as duas nações vizinhas que compartilham laços linguísticos e culturais e, agora, a mesma dor da eliminação.
Ambas as seleções se despediram da competição na fase de 16 avos de final, após empatarem em 1 a 1 no tempo regulamentar e na prorrogação, caindo de forma dramática nas cobranças de pênaltis.
Tabu Quebrado e Velhos Dramas
A eliminação alemã marcou um fato inédito: foi a primeira vez na história das Copas do Mundo que a Alemanha foi derrotada em uma disputa de pênaltis. Já a Holanda reviveu um velho fantasma de sua trajetória no futebol, acumulando erros em série nas cobranças decisivas e sacramentando o adeus.
Tanto Alemanha quanto Holanda repetiram os mesmos erros em campo:
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Domínio sem eficácia: Ambas dominaram a posse de bola e criaram as melhores chances de gol.
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Falta de pontaria: Pecaram gravemente nas finalizações, falhando em liquidar a partida no tempo normal e na prorrogação.
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Instabilidade emocional: Faltou a tradicional frieza e o sangue frio nos momentos de maior pressão.
O Dia Seguinte e a Pressão Interna
Com o retorno antecipado para casa, o clima é de forte turbulência. As críticas da imprensa local e dos torcedores são pesadas, focando na falta de liderança em campo e na ausência de um padrão de jogo definido. Em eliminações com este peso, as qualidades são esquecidas, dando lugar à cobrança por reformulações imediatas nas comissões técnicas e diretorias.
A poeira deve baixar com o tempo, mas as cicatrizes dessa eliminação precoce devem moldar o futuro das duas seleções para os próximos ciclos.
Via: JOVENPAN
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