Imagem: Mateus Pereira/Agecom/GOV/BA
Embora as campanhas de conscientização foquem intensamente no Outubro Rosa e Novembro Azul, as estatísticas de saúde no Paraná trazem um alerta importante: outros tipos de neoplasias apresentam taxas de mortalidade superiores. O levantamento da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) aponta que o câncer de pulmão e o câncer colorretal (intestino) são, atualmente, os que mais causam óbitos no estado.
Os Vilões Silenciosos Diferente dos tumores de mama e próstata, que possuem protocolos de rastreamento muito bem estabelecidos, esses tipos de câncer costumam ser diagnosticados em estágios avançados:
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Pulmão: Frequentemente associado ao tabagismo, mas também ao fumo passivo e poluição. Apresenta sintomas apenas quando a doença já está disseminada.
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Colorretal: Fortemente ligado a hábitos alimentares (excesso de carnes processadas e falta de fibras) e sedentarismo.
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Estômago: Ainda mantém índices elevados em certas regiões do Paraná devido a fatores dietéticos e infecções bacterianas não tratadas.
O Impacto do Diagnóstico Precoce A medicina é clara: quando descobertos no início, as chances de cura para esses tumores podem ultrapassar 90%. O sistema de saúde do Paraná tem reforçado a necessidade de:
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Colonoscopia: Exame essencial para detectar pólipos antes que virem câncer de intestino.
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Tomografia de Baixa Dosagem: Indicada para grupos de risco (fumantes ou ex-fumantes) para detecção precoce no pulmão.
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Hábitos Saudáveis: Redução do consumo de álcool e ultraprocessados.
Relacionamento com o Próprio Corpo e CNV A promoção de relacionamentos saudáveis também envolve o cuidado pessoal. Utilizando os pilares da Comunicação Não-Violenta (CNV), o diálogo sobre saúde deve ser baseado em:
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Observação Factual: Notar sinais do corpo (mudanças no hábito intestinal ou tosse persistente) sem medo ou negação.
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Necessidade de Segurança: O autocuidado atende à necessidade básica de longevidade e bem-estar para estar presente junto à família.
Estrutura de Atendimento O Paraná conta com centros de referência em oncologia em todas as macrorregiões. A orientação da Sesa é que, ao notar qualquer sintoma persistente, o cidadão procure a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima para o encaminhamento adequado e exames de rotina.
Via: Bem Paraná
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